A Fundamentalidade da Oração

ImageNão há nada que diga a verdade a nosso respeito como cristãos tanto quanto nossa vida de oração.

D. Martyn Lloyd-Jones

A oração é a conversa da alma com Deus. (…) Um homem sem oração é necessária e totalmente irreligioso. Não pode haver vida sem atividade. Assim como o corpo está morto quando cessa sua atividade, assim a alma que não se dirige em suas ações a Deus, que vive como se não houvesse Deus, está espiritualmente morta.

Charles Hodge

Deus, em sua palavra, diversas vezes nos ordena orar: “pedi… buscai… batei” (Mt 7.7); “vigiai e orai” (Mt 26.41); “perseverai na oração” (Cl 4.2); “orai sem cessar” (1Ts 5.17). O termômetro do cristão é a oração. Se você está próximo de Deus, conversa com Ele; se está distante ou não o conhece, então você não fala com Ele. Assim, quem sabe que depende de Deus ora, quem se acha autossuficiente, não ora, pois, no fundo, pensa que não precisa de Deus.

A Bíblia, evidentemente, tem muito a nos ensinar sobre oração. Em primeiro lugar, não sabemos orar e assim, precisamos da ajuda do Espírito Santo (Rm 8.26). Parte desse não saber orar, diz respeito às nossas motivações. Se pedimos mal, para esbanjarmos em nossos prazeres, então, Deus não nos responde (Tg 4.3).

Em segundo lugar, podemos afirmar que as nossas orações podem sim realizar grandes coisas (Tg 5.16; AT 4.31; 2Cr 7.14). Como um pai amoroso, Deus quer dar boas dádivas aos seus filhos (Mt 7.7-11) e ele mesmo ordena que tais filhos lhe peçam.

Em terceiro lugar, nossa oração deve ser perseverante. Para enfatizar esse nosso dever, Jesus contou até mesmo uma parábola em que mostra a determinação de um juiz mau de ajudar uma senhora que vivia lhe importunando em oração (Mt 18.1-8). Assim, da mesma forma, devemos orar de forma persistente a fim de sermos atendidos (Sl 55.17; Ef 6.18 e Cl 4.2).

Em último lugar, a nossa oração deve ser penitente. Não temos o direito de exigir nada de Deus. Somos pecadores e ele é santo. Assim, quando achegamo-nos a ele, embora possamos fazê-lo com ousadia (Hb 4.16), devemos também apresentar-mo-nos de forma penitente e humilde (Mt 18.9-14; Ed 9.6; Sl 34.18; Is 57.15).

Pastor João Paulo Thomaz de Aquino

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